Extrativismo na Amazônia
O extrativismo na Amazônia pode ser animal, vegetal ou mineral, todos importantes para a economia local, mas que impactam de formas diferentes o ambiente.
VEGETAL;
A extração e produção da borracha foi a primeira atividade econômica da região. Na transição entre IMPÉRIO E REPÚBLICA o Brasil era o maior fornecedor de borracha do mundo. A borracha é produzida a partir do látex, extraído em seringueiras. O trabalho de seringueiro é manual, e o cargo continua sendo ocupado por milhares de pessoas atualmente.
Além da borracha existem outros produtos como madeira - o Pará é o estado com maior produção de madeira em toras -, folhas e frutas tipicamente brasileiras, manufaturadas por indústrias alimentícias, farmacêuticas e de combustíveis.
ANIMAL;
A caça à animais silvestres é exclusiva para comunidades indígenas, mas existe a caça e pesca de seres marinhos. A venda de peixes e camarões internacional e nacional gera grande renda para a região amazônica.
Mesmo assim, ainda há atividades ilegais de caça a diversos animais cuja existência está em risco, por isso a busca por uma economia sustentável.
MINERAL;
Há; extração de petróleo e gás natural - no estado do Amazonas -, minério de ferro - o maior projeto de exploração deste localiza-se no Pará -, ouro e cassiterita - extraídos por garimpeiros utilizando jatos de água - e presença de usinas hidrelétricas na região.
O Plano de Integração Nacional foi iniciado pelo governo na década de 60 e buscava atrair mais atenção para a região da Amazônia. O governo federal apoiou a ocupação do território; incentivou a instalação de fazendas e indústrias na região - com isenção de impostos - construiu rodovias e ofereceu auxílios financeiros para as empresas que ali se instalassem. A produção pecuária aumentou, e as atividades econômicas da região foram bem além do Ciclo da Borracha - que havia entrado em declínio já que outros países também começaram a cultivar as seringueiras.
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